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DJ Avicii foi assassinado e causa é revelada pelo Anonymous: “Não cometeu suicídio”

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O grupo de hackers, Anonymous, vem a público para trazer uma verdadeira hecatombe sobre a morte de Tim Bergling (1989 – 2018), o Dj Avicii, que teve a causa de sua morte explicada pelo suicídio.

De acordo com o grupo, o artista não havia retirado sua própria vida, mas teria sido assassinado depois de Avicii ter exposto o abuso infantil por meio não apenas de sua de sua obra artística, mas em falas abertas. Assim, ainda segundo o grupo, teria motivado a ira de um grupo que está intimamente ligado com essa prática criminosa e, para silencia-lo, resolveram retirar a sua vida, acobertando o crime sob um suposto suicídio.

Acontece que oficialmente, Avicii retirou a sua vida em 20 de abril de 2018, já que os próprios documentos atestam esse acontecimento como um fato real. No entanto, os Anonymous buscam reiterar que não foi assim que as coisas de deram realmente, tendo em vista que, pelo fato de ter tocado em um assunto que estaria atrelado ao interesse de um grupo poderoso, acabaria despertando a fúria dos mesmos o suficiente para que resolvessem por fim a vida.

Avicii nasceu em Estocolmo e deu início a sua carreira de artista com somente dezenove anos. Em sua carreira de 10, o DJ foi responsável por inúmeros hits que ficaram mundialmente conhecidos, dentre os quais se encontram Wake Me Up, Hey Brother e For A Better Day. Essa última que foi lançada no dia 28 de agosto de 2015 como que cria um alarme sobre o abuso infantil e o tráfico de crianças.

Na trama do clipe, duas crianças conseguem escapar de um explorador que lucra mediante o oferecimento das mesmas para abusadores. Já adultos, a dupla retorna mascarada para se vingar de cada um dos abusadores, em uma caçada sangrenta pelos pedófilos. Por fim, cenas que aparecem ao longo do clipe, onde homens aparentemente poderosos surgem em negociação, concluem com um caminhão sendo aberto e exibindo inúmeras vítimas do tráfico infantil.

Por fim, vale lembrar que os Anonymous vieram à tona nesse domingo (01), atrelando a imagem do presidente, Jair Bolsonaro, a de John Casablancas, famoso estilista responsável pela criação da Elite Model, supostamente envolvido com o tráfico de crianças. Em sua mensagem, o grupo pedia que as autoridades brasileiras investigassem a relação entre Bolsonaro e o empresário falecido em 2013.

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