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Vice-presidente do STF Luiz Fux disse que a instituição esta vigilante contra ataques sofridos

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Abrindo a sessão nesta quarta-feira (27) em um tom não muito amigável, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux disse em tom firme que a Corte do STF continua alerta “contra qualquer forma de agressão à instituição”. Fux também disse que todos aqueles que ofendem a autoridade da instituição mostram desprezar a democracia, o que pode soar contraditório já que criticas também compõe uma democracia. Tal fala se da após o ministro da Educação, Abraham Weintraub fazer uma declaração defendendo a prisão dos ministros do STF.

O discurso de Fux ocorreu algumas horas depois da operação feita pela PF, que buscava cumprir uma serie de mandados de busca e apreensão. Medida essa que segue as ordens do inquérito contra os Fake News encabeçado pelo STF. O ministro também disse, em um tom mais brando que que o dialogo entre os diferentes pensamentos também compõe uma democracia, querendo parecer talvez menos incisivo e mais conciliador.

“Imbuído dessa ponderação, este Supremo Tribunal Federal, no exercício de seu nobre mister constitucional, trabalha para que, onde houver hostilidade, construa-se respeito; onde houver fragmentação, estabeleça-se diálogo; e onde houver antagonismo, estimulem-se cooperação e harmonia”, disse Fux.

Celso de Melo também sofreu ataques vindos de integrantes do governo, após ter liberado a divulgação do vídeo da reunião  do presidente Bolsonaro. Gravação essa que faz parte do inquérito que visa investigar as acusações de que o presidente tentou interferir na PF feitas pelo ex-ministro Sergio Moro.O ministro Fux ficou ao lado de Celso de Melo, demonstrando seu apoio para como decano.

“Faço especial menção ao nosso Decano, Ministro Celso de Mello, líder incansável desta Corte na concretização de tantos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros. Se hoje podemos usufruir liberdades e igualdades dos mais diversos tipos, sem nenhuma dúvida isso se deve, em grande medida, aos mais de 30 anos de judicatura do Ministro Celso de Mello neste Tribunal”, disse Fux nesta quarta.

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