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Bolsonaro diz que Operação Placebo que investiga o desvio de recursos públicos é só o inicio

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Após a ação de buscas e apreensão da Policia Federal no que é a residência do governador Wilson Witzel (PSC), o Palácio das Laranjeiras, nesta terça-feira, 26. O presidente Jair Bolsonaro afirmou ao seus apoiadores enquanto saia do Palácio da Alvorada que tal medida como ocorreu no Rio de Janeiro e em alguns endereços ligados ao governo do Estado irá se repetir mais vezes.

Na manha desta quarta-feira,27, uma apoiador que estava em frente à residência chegou a agradecer à a Policia Federal  “pela ação que tomou ontem no Rio de Janeiro contra aquele governador que não quer nada”.

“Vai ter mais. Enquanto eu for presidente, vai ter mais. Isso não é informação privilegiada, não. Vão falar que é informação privilegiada”, disse Bolsonaro em resposta, ao som de aplausos. Outro apoiador que estava ali cobrou “Justiça em tempo real para todos que cumpriram crimes contra a população”, e o Presidente garantiu: “A Polícia Federal está agindo”.

A Operação Placebo, como foi nomeada a ação que visa investigar possíveis desvios de verbas que seriam destinadas ao estado do Rio de Janeiro para combater a crise pandêmica de coronavírus, foi a primeira do que promete ser uma mega investigação da PF. De acordo com a inteligência há indícios de que existe um esquema por de trás da instalação de hospitais de campanha ligados a contratação de uma organização social corrupta, que também estariam ligados a servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro.

A PF também trabalha em paralelo, com o cumprimento de inquéritos que tramitam junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), como as ordens judiciais que seguem o inquérito das Fakes News. Enquanto as buscas da PF no Rio estão marcadas para ocorrerem nesta quarta. Agentes realizam 29 buscas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. Os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da investigação no STF, e miram nomes ligados ao “gabinete do ódio”.

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