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Rape Day: jogo que permitia ao jogador cometer estupros é retirado da Steam

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O jogo Rape Day foi listado na Steam Store, com uma jogabilidade que envolvia “violência, agressão sexual, sexo não consensual, linguagem obscena, necrofilia e incesto”. Isso provocou um grande clamor, com uma petição online pedindo que o jogo fosse banido, recebendo mais de 3.000 assinaturas.

A Valve tem uma abordagem notoriamente relaxada para policiar o conteúdo da Steam Store, no entanto, cedeu à pressão do público ao remover o jogo de sua lista.

“Após uma investigação e discussão, achamos que o Rape Day representa custos e riscos desconhecidos. Portanto, não estará na Steam”, escreveu a empresa em um post no blog. “Respeitamos o desejo dos desenvolvedores de se expressar, e o objetivo do Steam é ajudar os desenvolvedores a encontrar uma forma de atingir o publico, mas a maneira que esse desenvolvedor escolheu representar seu conteúdo, dificulta muito a ajuda.”

Não é a primeira vez que a Valve responde à pressão do público removendo um jogo. No ano passado, um videogame anunciado como “simulação de tiro escolar” foi retirado da Steam Store. Depois que uma petição online atraiu mais de 200.000 assinaturas. Após a remoção do jogo, a Valve divulgou um comunicado descrevendo sua posição quanto a moderação de sua plataforma, dizendo que apenas proibiria conteúdo ilegal.

O desenvolvedor do Rape Day, Desk Plant, afirma que o videogame é uma “comédia sombria” que busca normalizar o estupro da mesma maneira que “o assassinato foi normalizado na ficção”.

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