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Testes rápidos para o coronavírus: O que são, como funcionam e mais

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Após a opção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontar que as farmácias terão a condição de realizar os testes rápidos para o COVID-19 na última terça (28/04), muitas dúvidas surgiram em torno do assunto. De início é necessário informar que a liberação do órgão se refere apenas às farmácias (incluindo as drogarias). Ademais, faz-se necessária a presença de um profissional apto para a realização do procedimento no paciente. A possibilidade de realizar tais testes será de grande ajuda para o sistema de saúde pública. Já que quando se consegue determinar a contaminação ou não do novo coronavírus em um indivíduo, existe uma ante-sala. Essa que pode determinar a necessidade de intervenção médica ou dispensar uma vaga que poderia ser ocupada por alguém sem o vírus.

Em que consistem os testes rápidos?

O corpo humano possui um sistema de segurança que produz anticorpos para combater o vírus da doença. Esses testes rápidos simplesmente conseguem identificar a presença desses anticorpos, de modo a determinar um positivo ou negativo. Para a análise dos anticorpos do indivíduo é necessária a coleta de sangue, essa que se dá por uma leva picada no dedo. Após isso, o sangue é misturado a substâncias em um recipiente e depois disso, acomodado dentro do aparelho de análises. A amostra é, então, analisada pelo aparelho que determinará a presença ou não dos anticorpos que indicam a contaminação.

Quando devo fazer esse exame?

Se você está apresentando os sintomas do novo coronavírus, recomenda-se que espere até sete dias. E há uma razão bem convincente para isso. Ocorre que quando alguém acaba contraindo o vírus, logo no início da infecção o número de anticorpos produzidos pelo organismo ainda é muito pouco para ser identificado. Por essa razão, pode ser que mesmo alguém com o coronavírus teste negativo se realizar o exame nos primeiros dias de sintoma.

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Qual o nível de certeza desse procedimento?

A média de acertos se estabelece em 70%, nas posições mais conservadoras.  Por fim, é necessário salientar que ainda que seja necessário aguardar sete dias para realizar o procedimento, faz-se necessário o isolamento na espera. Isso porque, ainda que os anticorpos não tenham sido produzidos em quantidade suficiente para serem detectados pelo teste, isso não tem nenhuma relação com a possibilidade de transmitir o vírus, essa que deve ser alta.

 

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