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Flores que brilham! Pesquisadores desenvolvem planta que emite luz

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Bioluminescência é o nome que se atribui para a funcionalidade dos organismos de emitir brilho ou luz. Tal efeito pode ser encontrado em diversos seres vivos, desde microrganismos até peixes. Porém, talvez o exemplo mais claro e recorrente disso são os vagalumes, que podem ser encontrados com maior facilidade. Mas tal efeito não pode ser encontrado no reino vegetativo, particularmente as plantas. Assim após membros Academia Russa de Ciências, sob a liderança de Karen Sarkisyan, encontrarem semelhanças entre os cogumelos e as plantas de tabaco, os pesquisadores tiveram êxito na transferência do DNA para a planta. Em consequência, as plantas passaram a emitir um brilho intenso. Ademais, foi constatado que essa mesma incidência de luz permaneceu ativa até o fim de seu ciclo, isso porque houve uma mutação do ácido cafeico para luciferina (substância responsável pela emissão de luz). De forma até poética, as flores são as partes que mais brilham.

Sarkishyan, que pode ser apontada como um nome à frente do estudo, apontou que foram quatro genes dos fungos brilhantes transmitidos para as plantas. Razão essa que explica o brilho das folhas de tabaco com fins que vão além de sua utilidade decorativa, já que com esse será possível um monitorar as atividades da planta sem que seja necessário um procedimento agressivo, qual poderia comprometer o próprio funcionamento hormonal dessas estruturas vegetativas.

Couve brilhante

Por mais que a bioluminencência das plantas seja algo novo mediante esse método, um estudo de três anos atrás (2017) de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts conseguiu fazer com que as plantas brilhassem através da imersão em uma solução de nanopartículas capazes de conferir tal efeito. Essas particulares foram dotadas de substâncias que em contato com os açúcares das plantas entravam em reação. Dessa forma, foi possível fazer com o couve e espinafre emitissem um brilho intenso que seguiu pela duração de três horas e metade. Porém, é perceptível a diferença entre ambos estudos. Enquanto o primeiro realizou modificações no funcionamento interno das plantas, o de 2017 apenas consistia em uma reação externa.

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